domingo, 6 de setembro de 2009

Universidade Aberta do Brasil - UAB
Universidade de Brasília – UnB
Instituto de Artes – IDA
Turma: ArV3
Disciplina: Tecnologias Contemporâneas na Escola 3
Tutora: Cecília Mori Cruz
Discente: Gleiz Maria Ferreira Lopes
Assunto: Resenha sobre a novela Caminho das Índias

A novela Caminho das Índias, da autora Glória Peres, exibida pela Rede Globo de segunda a sábado, é destinada para o público acima de 14 anos de idade, devido conter cenas inadequadas. As propagandas dos produtos Natura são bem divulgadas nas cenas.
Caminho das Índias vem mostrando um pouco da cultura indiana, suas crenças, religiosidade, comportamento, superstição, hábitos e costumes que são bem diferentes dos brasileiros. As mulheres indianas são bem mais vaidosas do que as brasileiras, elas gostam de estar sempre bem arrumadas, maquiadas e com bastante jóias. Segundo elas é para que seus maridos as achem lindas.
A dança e a música são presenças constantes nas cenas. Para a tradição indiana, para as mulheres arranjar um noivo é preciso saber dançar, pois a conquista acontece através dos movimentos da dança. O casamento indiano é totalmente diferente dos brasileiros, lá os noivos são escolhidos pelo pai da moça, porém o casamento só acontece se o pai da noiva tiver o dinheiro para pagar o dote. Quando a mulher se casa, ela vai morar na casa do sogro, ou seja, deixa de pertencer a sua família biológica.
Os indianos adoram diversos deuses, sendo costumeira a ida aos templos religiosos para receber as bênçãos e proteção. O sacerdote é uma espécie de conselheiro e guia espiritual, onde os indianos o procuram para receberem as previsões do oráculo, que é quem faz as previsões. Eles consideram a vaca um animal sagrado, onde não se deve fazer nem tipo de maldade, devendo respeito.
Na Índia existe a comunidade dos dailit, que são pessoas consideradas inferiores as de castas. De acordo com a crença, os dailit são seres humanos considerados intocáveis, onde as pessoas de castas não podem tocar, tão pouco passar por sua sombra, pois para eles serão poluídos.
A novela aborda diversos outros temas também, como por exemplo: a ambição pelo poder e dinheiro, o preconceito aos portadores de esquizofrenia, o mau comportamento dos jovens de classe alta e média na escola, os quais fazem vandalismo nas ruas, aterrorizando as pessoas, tendo o apoio dos pais para se comportarem como tais.
A novela não mostra somente o lado ruim, mostra as coisas boas também, como podemos ver na dedicação do médico psiquiatra tem para com seus pacientes esquizofrênico, dando orientação e conselhos para as famílias que tem casos de filhos portadores da doença.
A internet e os avanços da medicinas são divulgados também, como foi colocada a questão dos casos de crime na internet, onde as pessoas fazem uso para expor a imagem das pessoas de forma maldosa. A inseminação artificial e o congelamento de sêmen e óvulos em laboratórios foram questões abordadas pela autora.
Portanto, podemos perceber que a novela traz orientações para nossa vida diária, fazendo com que saibamos respeitar as diferenças de cada pessoa, deixando de lado o preconceito que infelizmente ainda estar presente nos dias atuais em toda sociedade.









Fonte de Pesquisa

Imagens pesquisadas no Google.

sábado, 5 de setembro de 2009

Fotonovela






Foi muito interessante fazer esta atividade, pois pude perceber que através dos programas e recursos tecnológicos podemos fazer interferencias, ou seja, modificar qualquer imgagem utilizando esses recursos e nossa criatividade.
Este é o Paulinho um personagem da Praça é Nossa que está sempre antenado com novidades da informática e irrita Carlos Alberto, que não consegue acompanhar suas peripécias tecnológicas.
Esta é minha imagem modificada.
Fonte da imagem:
http://www.sbt.com.br/apraca/

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Universidade Aberta do Brasil - UAB
Universidade de Brasília – UnB
Instituto de Artes – IDA
Turma: ArV3
Disciplina: Tecnologias Contemporâneas na Escola 3
Tutora: Cecília Mori Cruz
Discente: Gleiz Maria Ferreira Lopes
Assunto: Resenha sobre o filme O Show de Truman

O filme o Show de Truman, do diretor Peter Weir, é uma crítica aos programas de TV que usam as pessoas como objetos de propriedade própria. Nos mostra de maneira dramática e ao mesmo tempo divertido o que as pessoas são capazes para ter dinheiro e fama.
O filme é na realidade um grande reality show como o Big Brother Brasil, porém com algumas diferenças. No Big Brother Brasil os participantes sabem exatamente o que vai acontecer, ou seja, sabem da existência das câmeras e que seus atos estão sendo vistos por muitos telespectadores. Enquanto Truman foi vítima do poder da mídia. Teve sua vida exposta desde seu nascimento, tornando-se propriedade privada de uma emissora de televisão, sem ter tido o direito de escolher.
Truman era um vendedor de seguros, tinha sua própria casa e esposa, Morava em uma cidade pacata, onde nada de diferente e novo acontecia, as pessoas e situações se repetiam todos os dias. Sua vida era um show continuo de televisão.
Como todo ser humano é dotado de sonhos e desejos. Truman decidiu que iria jogar tudo para o alto, que mudaria de vida e de cidade. Foi quando percebeu que algo estranho estava acontecendo. Começou a observar às pessoas, as coisas, a forma como tudo acontecia. Então foi quando a criatura voltou-se contra seu criador, resolveu fazer diferente.
Como a mídia tem o poder de convencimento, o diretor do programa utilizou de meios tecnológicos para manter o controle de sua criatura e mantê-la presa naquele mundo imaginário, como fez durante 30 anos, criando o medo da água (mar) e que jamais se livraria do trauma sofrido.
Os meios de comunicação conseguem convencer as pessoas de que a realidade é plausível, não havendo necessidades de mudanças, pois a vida já é perfeita.
No filme, o marketing e o merchandising estavam presentes, pois não deixavam de registrar nenhum passo do grande astro, em virtude da existência de diversas câmeras espalhadas pelas ruas, para que não fosse perdida nenhuma imagem, até mesmo quando Truman entrava no supermercado e comprava alguma coisa a marca do produto era sempre divulgada.
Portanto, a mídia tem poder de convencimento em massa e como ela faz uma pessoa sair do anonimato e se torna celebridade instantânea.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Universidade Aberta do Brasil - UAB
Universidade de Brasília – UnB
Instituto de Artes – IDA
Turma: ArV3
Disciplina: Tecnologias Contemporâneas na Escola 3
Tutora: Cecília Mori Cruz
Discente: Gleiz Maria Ferreira Lopes
Assunto: Tarefa 2
Resenha sobre um programa de humor

Após assistir o programa “A Praça é Nossa”, exibido pela emissora de televisão SBT e pesquisar um pouco da história desse programa na internet, podem perceber que a uma diversidade de personagens e temas, que estão ligados ao acontecimento da vida diária, recheados de humor.
Ao conquistar todas as faixas etárias e classes sociais, A Praça é Nossa sempre se destacou pela diversificação em seu humor. Entre os diversos atores do programa escolhi alguns para falar um pouco de seu personagem, ilustrando com fotos.
Nany People interpreta a tagarela, é uma personagem que fala demais, não deixa o apresentador falar, dar informações de várias celebridades, levantando informações polêmicas.
A dupla de comediantes Paulo Pioli e Clayton Silva, vem a praça na pele de dois caipiras, que são compadres, e na medida em que vão picando e enrolando fumo de corda vão comentando fatos de suas vidas, contando histórias engraçadas, incluindo o apresentador em suas prosas.

A turma do café com bobagem, faz imitações e satirizam as mais diversas personalidades do mundo artístico, político, esportivo e social, levando a praça os noticiários que estão mais em evidência nos jornais e colunas do momento. Aonde entra o poder da mídia, como ela pode interferir na vida das pessoas muitas vezes de forma positiva, mas de forma negativa também.
O Deputado João Plenário, é uma sátira e ao mesmo tempo uma crítica a imagem do político brasileiro. Com um discurso que não se entende nada, faz explicações e dar desculpas esfarrapas acerca de todas as falhas polícias que a maioria dos políticos comete.

O personagem Ex-Gay, fala de seu dilema acerca das dúvidas sobre sua personalidade, fazendo comentários com sua nova opção sexual, acreditando de fato ter se transformado num “hétero”, mas que fica sempre tendo recaído.
Portanto, através deste trabalho, podemos perceber o quanto à televisão nos leva para um mundo recheado de informações e diversão, os personagens citados acima passam suas mensagens, fazendo críticas sobre determinados assuntos que não são considerados corretos.

Fonte de pesquisa:
http://www.sbt.com.br/
Endereço do blog.
http://gleiztk.blogspot.com

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Universidade Aberta do Brasil - UAB
Universidade de Brasília – UnB
Instituto de Artes – IDA
Turma: ArV3
Disciplina: Tecnologias Contemporâneas na Escola 3
Tutora: Cecília Mori Cruz
Discente: Gleiz Maria Ferreira Lopes
Assunto: Tarefa 1 –
Resenha sobre os filmes, O Quarto Poder e Muito Além do Cidadão Kane

Após assistir aos filmes O Quarto Poder, do diretor Costa Gravas e o documentário Muito Além do Cidadão Kane, do diretor Simon Hartog, podemos perceber o quanto a mídia influencia de forma positiva e negativa na vida das pessoas, mostrando até que ponto pode interferir na vida do ser humano. Tratando-se de uma personalidade pública é muito difícil ter privacidade, tendo em vista que a mídia não respeita sua intimidade, fazendo com que de certa forma se tornem objeto de desejo da massa.
A mídia tem sua importância, através dela estamos ligado aos acontecimentos do mundo e o que temos que acreditar ou não, é ela que nos mostra, devido à velocidade de informações e o fascínio que ela nos causa. Um exemplo do que a mídia faz, pode-se ver claro, foi com relação à morte do astro Michael Jackson, teve alta divulgação em todos os canais de televisão e internet, fazendo com que o astro se tornasse um marte no universo artístico. Quando sua carreira estava fracassada, sem aparecer ao público, à mídia também se fez presente, divulgando seus fracassos e falência. Desta forma vemos que a mídia é como se fosse uma moeda, mostra o lado que interessa a ela.
Achei bastante interessantes esses dois filmes, ambos retratam muito bem a realidade, uma forma de nos mostrar como as coisas funcionam dentro de uma emissora, quais recursos utilizados para modificar as informações, como são criadas as montagens de imagens, pois somente é transmitido aquilo que é de interesse das emissoras.
Portanto, passar informações é um dever, mas é preciso que se tenha responsabilidade e ética, porém tais valores estão esquecidos. As grandes emissoras (TV, internet, rádio e etc...) conseguem manipular a verdade, direcionando as opiniões dos telespectadores de acordo com seus interesses, sendo que o que importa realmente são os lucros que elas obtêm.

Endereço do blog.
http://gleiztk.blogspot.com

domingo, 28 de setembro de 2008


A beleza na arte é um tema abrangente, pois existem diversas formas de apreciá-las. Ressaltando que a mesma desperta uma sensação de prazer quando apreciamos uma obra de arte, onde podemos ainda distinguir as sensações provocadas por sua cor, formas, linhas e luz.
Di Cavalcante retrata em suas obras a sensualidade e beleza presente na mulher, ou pode-se dizer na “mulata brasileira”, onde o nu era visto não como uma forma de escandalizar e sim como sinônimo de beleza.
Como podemos observar tanto nas obras de Di Cavalcante e em algumas obras do Período Impressionista Edouard Manet, a sensualidade feminina era exposta de uma forma real, pois para aquela época o nu era visto como forma de escândalo. Manet ousadia de suas criações teve algumas de suas foram rejeitadas pelos salões.



Emiliano Di Cavalcanti nasceu em 1897, no Rio de Janeiro Conviveu com Mario e Oswald de Andrade, Tarsila, Anita e Brecheret. Interessado em pintura, frequentou, em São Paulo, o ateliê do pintor George Elpons, um alemão de influências impressionistas. É considerado, entretanto, um autodidata.Di Cavalcanti em Paris, época em que entrou em contato com Picasso, Braque e Matisse e teve influências, também, de Delacroix, de Gauguin e dos muralistas mexicanos. As temáticas sociais e nacionais tornaram-se presentes em suas obras. Grande parte de sua produção, marcada pela temática da sensualidade da mulata brasileira, as lindas paisagens brasileiras e em algumas obras um pouco da cultura brasileira, onde podemos observar em suas obras o grande amor por seu país. Di Cavalcanti foi o idealizador da Semana de Arte Moderna de 1922.Executou vários painéis, publicou álbuns com gravuras e serigrafias. Participou das I, II (prêmio de Melhor Pintor Nacional) e VII Bienais de São Paulo, da XXVIII Bienal de Veneza, além de inúmeras exposições no Brasil e no exterior. Morreu em 1976, no Rio de Janeiro.


OBRAS DE DI CAVALCANTI



Seresta
pastel - 55 x 44 cm.
- 1924 -

Samba
óleo sobre tela - 63 x 48 cm.
- 1928 -


A Mulher e o Caminhão
óleo sobre madeira - 46 x 56,5 cm.
- 1932 -

Nu
óleo sobre cartão
-c. 1936-

Nu e Figuras
óleo sobre tela
- década de 40 -

Músicos
óleo sobe tela - 54 x 73 cm.
- 1963 -

Samba
óleo sobre tela - 177 x 154 cm.
- 1925 -



Nascimento de Vênus
óleo sobre tela - 54 x 65 cm.
- 1940 -


Menina de Guaratinguetá
óleo sobre tela - 81,5 x 65 cm.
- 1929 -


Mulata com Pássaro
óleo sobre tela - 60 x 50 cm.
- déc. de 50 -

Mulatas
óleo sobre cartão - 50 x 39 cm.
- 1927 -

Nua
aquarela e nanquim
- década de 20 -


Nu deitado
óleo sobe tela - 82 x 100 cm.
- déc. 30

Vênus
óleo sobe tela - 95 x 130 cm.
- 1938-



EDOUARD MANET


Édouard Manet (Paris, 23 de janeiro de 1832, Paris — 30 de abril de 1883, Paris) foi um pintor e artista gráfico francês e uma das figuras mais importantes da arte do século XIX.Os gostos de Manet não vão para os tons fortes utilizados na nova estética impressionista. Prefere os jogos de luz e de sombra, restituindo ao nu a sua crueza e a sua verdade, muito diferente dos nus adocicados da época. O trabalhado das texturas é apenas sugerido, as formas, simplificadas. Os temas deixaram de ser impessoais ou alegóricos, passando a traduzir a vida da época.Manet era criticado não apenas pelos temas, mas também por sua técnica, que escapava às convenções acadêmicas. Freqüentemente inspirado pelos mestres clássicos e em particular pelos espanhóis do Século de Ouro, Manet influenciou, entretanto, certos precursores do impressionismo, em virtude da pureza de sua abordagem. A esta sua liberação das associações literárias tradicionais, cômicas ou moralistas, com a pintura, deve o fato de ser considerado um dos fundadores da arte moderna. Suas principais obras foram: Almoço na relva ou Almoço no Campo, Olímpia.




OBRAS DE MANET


Olympia
1863, 130,5 x 190
Museu de D' Orsay, Paris


Amoço na relva
1863, 208 x 264 cm
Museu de D' Orsay, Paris
imagens do Google